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Pesquisa Mercer sobre Custo de Vida 2012

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Pesquisa Mundial sobre Custo de Vida 2012


Brasil , São Paulo


 

Destaques

Europa, Médio Oriente e África

As Américas

Ásia Pacifico

Nota aos editores

Classificações Mundiais

  • Tóquio é a cidade mais cara do mundo para expatriados; Karachi é a mais barata 
  • A maioria das cidades europeias caíram no ranking; cidades australianas e neozelandesas despontam no ranking 
  • Londres desce sete posições para o 25º lugar no ranking 
  • São Paulo se mantém na posição de cidade mais cara das Américas em 12º lugar, seguida do Rio de Janeiro, em 13º

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Tóquio é a cidade mais cara para expatriados mundialmente, trazendo Luanda, Angola, para a segunda posição, segundo a mais recente Pesquisa sobre Custo de Vida conduzida pela Mercer. Osaka ocupa a terceira posição, subindo três pontos em comparação à pesquisa realizada no ano passado, enquanto Moscou permanece na quarta posição e Genebra na quinta posição. Singapura e Zurique ocupam o sexto lugar, subindo dois e um pontos, respectivamente, desde 2011. Ndjamena, República do Chade, cai cinco pontos, enquanto Hong Kong mantém a nona posição.

 

Karachi (214) é considerada, segundo a classificação, a cidade mais barata do mundo para expatriados, o custo de vida corresponde a menos que um terço quando comparada a Tóquio. Os recentes eventos mundiais, incluindo crise econômica e instabilidade política, afetaram os rankings de muitas regiões por conta de flutuações cambiais, taxas de inflação e volatilidade nos custos de acomodação.

 

No Reino Unido, Londres (25) é a cidade mais cara para expatriados, descendo sete pontos em relação à pesquisa realizada no ano passado. Ocupando a 133ª posição, Birmingham subiu 17 pontos, ultrapassando Aberdeen (144) e Glasgow (161). Belfast (165) é a cidade mais barata no Reino Unido, subindo 13 pontos no ranking desde 2011.

 

As cidades brasileiras continuam sendo as mais caras das Américas. São Paulo lidera as cidades das Américas em 12º lugar, seguida do Rio de Janeiro, em 13º. Brasília, a capital do Brasil, também está entre as 50 mais caras.

A pesquisa abrange 214 cidades em cinco continentes e mede o custo comparativo de mais de 200 itens em cada localidade, incluindo transporte, alimentação, vestuário, eletrodomésticos e entretenimento. O custo de moradia também faz parte e, por normalmente ser a maior despesa para expatriados, desempenha um papel importante em definir os rankings das cidades participantes da pesquisa. A pesquisa sobre custo de vida realizada pela Mercer é a mais abrangente em todo o mundo e visa ajudar empresas multinacionais e governos a determinarem os benefícios salariais de seus empregados expatriados. Nova York aparece como a cidade-base e todas as demais cidades da pesquisa são comparadas a ela. As movimentações cambiais são medidas em relação ao dólar americano.

 

Nathalie Constantin-Métral, Principal da Mercer, é responsável por compilar os rankings todos os anos. Ela comentou: “Utilizar empregados expatriados está se tornando um aspecto cada vez mais importante da estratégia de negócios nas empresas multinacionais, incluindo o aspecto de expansão. Entretanto, levando-se em consideração a volatilidade dos mercados e o crescimento econômico inexpressivo em muitas partes do mundo, é essencial observar atentamente a relação entre custo e benefício, incluindo os pacotes salariais de expatriados. Certificar-se de que os salários reflitam adequadamente a diferença no custo de vida no país de origem do empregado é importante para atrair e reter os talentos certos onde as empresas precisam deles.”

 

“Quando comparamos com Nova York, nossa cidade-base, a maioria das cidades na Europa vem presenciando uma queda no custo de vida. Existem algumas exceções onde os custos com acomodação aumentaram ou em localidades onde os impostos adicionais sobre valor agregado estão elevando o custo de vida. Na América do Norte, a maioria das cidades subiu no ranking, pois o dólar americano está valorizado em relação a muitas moedas mundiais. Na Ásia, mais de seis entre dez cidades subiram nos rankings, incluindo todas as cidades participantes da pesquisa na Austrália, na China, no Japão e na Nova Zelândia. As cidades australianas e neozelandesas testemunharam alguns dos maiores saltos, tendo em vista que suas moedas se fortaleceram significativamente em relação ao dólar americano.”

 

Europa, Médio Oriente e África

AOcupando a quarta colocação no ranking mundial, Moscou mantém a sua posição como a cidade mais cara na Europa para expatriados. Genebra segue na quinta posição e Zurique na sexta (uma posição acima em comparação à pesquisa do ano passado). A próxima cidade europeia no ranking, Berna (14), subiu duas posições comparativamente ao ano passado, devido à valorização do franco suíço frente ao dólar americano.

 

Com algumas poucas exceções, as demais cidades da Europa apresentaram uma queda nos rankings, principalmente por conta de uma desvalorização considerável de suas moedas locais, incluindo o euro, em relação ao dólar americano. Oslo (18) caiu três posições desde 2011, ao passo que a próxima cidade europeia, Londres (25) desceu sete posições. Na 28ª colocação, St. Petersburg subiu uma posição. Já Paris (37) desceu 10 posições, enquanto que Milão (38), Roma (42), Estocolmo (46), Viena (48) e Amsterdã (57) caíram de sete para 13 posições. Helsinki (65) e Praga (69) desceram na lista, ocupando a 23ª e a 22ª colocações, respectivamente. Bruxelas (71) apresentou uma queda moderada de nove posições, seguida por Dublin (72) – com uma queda de 14 posições. Skopje, Macedônia, ocupa a 207ª posição como a cidade menos cara para expatriados na Europa.

 

Constantin-Métral explicou: “Apesar de alguns aumentos de preços marcantes na região durante o primeiro semestre do ano passado e dos aumentos generalizados nos impostos sobre valor agregado, a maioria das cidades europeias apresenta uma queda no ranking. Isto se deve principalmente à situação econômica instável por toda a Europa, o que gerou a depreciação da maioria das moedas locais frente ao dólar americano. Os países fortemente atingidos pela crise na zona do euro, incluindo a Grécia, a Itália e a Espanha, também estão vivenciado quedas nos preços dos alugueis.”

 

Tel Aviv (31) continua a ser a cidade mais cara no Oriente Médio para expatriados, mesmo tendo caído sete colocações desde 2011. Ocupando a 67ª colocação e com uma subida de sete posições em comparação ao ano passado, Beirute ultrapassou Abu Dhabi (76, com uma queda de nove posições desde o ano passado). Jedá, Arábia Saudita (186), se mantém no ranking das cidades mais baratas na região. “De um modo geral, a maioria das cidades do Oriente Médio caíram no ranking, principalmente pelo fato de os aumentos dos preços de produtos e serviços estarem mais moderados naquela região se comparados aos de Nova York, a cidade-base da pesquisa. Ligeiras reduções nos custos de acomodação para expatriados também foram observados em Abu Dhabi e Dubai,” disse Constantin-Métral.

 

Apesar de deixar a liderança na lista mundial, Luanda, Angola (2), é a cidade na África que se mantém na posição mais alta. Ndjamena, República do Chade (8), vem em seguida com uma queda de cinco posições em relação a 2011. Descendo oito posições, Libreville, Gabão (20), é a próxima cidade africana a fazer parte da lista, seguida por Khartoum, Sudão (26), que subiu 18 posições. “Pode parecer uma surpresa vermos 20 cidades africanas ocupando a terceira principal posição do ranking. O principal impulsionador por trás deste fato é a dificuldade de encontrar uma acomodação boa e segura para os expatriados. Dessa forma, o fornecimento limitado de acomodação aceitável é muito dispendioso. O custo de artigos internacionais importados também é considerado alto, contribuindo dessa maneira para que muitas cidades regionais subam no ranking,” disse Constantin-Métral.

 

Na África do Sul, Joanesburgo (154) e a Cidade do Cabo (179) desceram 23 e 21 posições, respectivamente, refletindo a desvalorização considerável que o rande, moeda local do país, sofreu frente ao dólar americano no último ano. Túnis, Tunísia (209), continua sendo a cidade menos cara para expatriados na região, com uma queda de duas posições em relação ao ano passado.

 

As Américas

São Paulo (12) e o Rio de Janeiro (13) mantêm as suas posições como sendo as cidades mais caras para expatriados nas Américas, e ambas ocupam uma colocação muito próxima a Caracas (29), que subiu 22 posições desde o ano passado.  Na América do Sul, Brasília (45) é hoje a quarta cidade mais cara, com uma queda de 12 posições. Descendo da 53ª posição, Havana (99) vivenciou a maior queda na região por conta da significativa valorização do dólar americano frente ao peso cubano. Na 121ª colocação no ranking, com um aumento de 159. Buenos Aires deu o maior salto na lista após forte inflação, que aumentou consideravelmente o custo dos produtos, bem como apresentou uma elevação no custo de acomodação.

 

Constantin-Métral comentou: “As pressões inflacionárias continuaram fazendo com que algumas cidades sul-americanas subissem no ranking, ao passo que em algumas cidades da região, a desvalorização das moedas locais contribuiu para que elas ocupassem uma posição inferior.”

 

Ocupando o 33º lugar no ranking (abaixo da 32ª posição em 2011), a cidade de Nova York continua sendo a cidade mais cara nos Estados Unidos. Los Angeles (68) e São Francisco (90) estão, por outro lado, se recuperando lentamente, após subirem respectivamente nove e 16 posições desde o ano passado. Entre outras grandes cidades americanas, Washington (107) subiu uma posição. Miami (110) subiu cinco posições e Chicago, também na 110ª colocação, teve uma queda de duas posições. Portland, Oregon (178), e Winston-Salem, Carolina do Norte (195), permanecem sendo as cidades menos caras de acordo com a pesquisa para expatriados nos Estados Unidos. Constantin-Métral disse: “Ainda que os aumentos de preços tenham se mantido moderados no geral, a maioria das cidades dos EUA subiram no ranking, principalmente por conta da alta valorização do dólar americano.”

 

Toronto (61), Canadá, mantém-se no topo do ranking, seguido de perto por Vancouver (63). Montréal (87) caiu oito posições, ao passo que Calgary (92) subiu quatro posições.barata do Canadá.

Ásia Pacífico

Este ano, Tóquio (1) foi classificada como a cidade mais cara para expatriados na Ásia e globalmente. Subindo três posições desde 2011, Osaka (3) é a próxima cidade asiática na lista, seguida por Singapura (6) e Hong Kong (9). Nagoya, Japão (10), subiu uma colocação, enquanto Xangai (16) e Pequim (17) subiram cinco e três posições, respectivamente, ultrapassando Seul (22, uma queda de três posições). Outras duas cidades chinesas estão no páreo: Shenzhen (30) e Guangzhou (31), com uma subida de 13 e sete posições, respectivamente, desde 2011. “A combinação de preços mais elevados dos produtos e uma valorização do iuan, moeda da China, fez com que as cidades chinesas subissem no ranking. A alta demanda constante por acomodação também gerou aumentos moderados nos alugueis,” disse Constantin-Métral.

 

Na Índia, Nova Deli (113) e Mumbai (114) tiveram uma queda considerável – 28 e 19 posições, respectivamente. Em outras localidades na Ásia, Jakarta (61) subiu oito posições. Já Bangkok (81) subiu sete posições enquanto Kuala Lumpur (102) subiu duas posições. A colocação de Hanói permaneceu estável em 136ª posição, enquanto Karachi (214) continua sendo a cidade menos cara para expatriados.

As cidades australianas continuam a ocupar uma alta posição da lista na região Ásia-Pacífico e, com a valorização do dólar australiano, todas elas vivenciaram saltos mais altos na lista mundial desde o ano passado. Sydney (11) e Melbourne (15) apresentaram saltos relativamente moderados de três e seis posições, respectivamente, enquanto Perth (19) e Canberra (23) subiram 11 posições. Brisbane (24) subiu sete posições e Adelaide (27) disparou com 19 posições. Atualmente, a Austrália conta com três cidades pesquisadas na lista das top 20 e todas as demais seis cidades participantes da pesquisa se encontram nas top 30. Na Nova Zelândia, Auckland (56) e Wellington (74) apresentaram uma subida significativa de 62 posições.

 

“O salto na lista feito pelas cidades na Nova Zelândia vem dos elevados aumentos em custo e demanda por acomodação, juntamente com uma maior valorização do dólar neozelandês,” explicou Constantin-Métral. “A demanda por propriedades alugadas também apresentou uma elevação significativa em todas as cidades australianas que fizeram parte da pesquisa. Associado a uma disponibilidade bastante limitada, o resultado se traduz em mercados altamente limitados e preços mais elevados.” 


Relatórios individuais sobre custo de vida e custo de aluguel são produzidos para cada uma das cidades pesquisadas. Informações adicionais podem ser obtidas com Renata Herrera, tel.: (11) 3048-4404, e-mail: r...@mercer.com, ou pelo site www.mercer.com/costofliving

 

 

-Fim-

 


Nota aos Editores

Importante: A lista de rankings é fornecida a jornalistas como referência e não deve ser publicada na íntegra. As 10 primeiras e as 10 últimas cidades da lista podem ser reproduzidas em uma tabela. Os números para a comparação de custo de vida e de aluguel residencial feita pela Mercer estão baseados em pesquisa realizada em março de 2012. As taxas de câmbio de março de 2012 e a cesta básica internacional de mercadorias e serviços da Mercer foram usadas como referências básicas.
 
As informações são utilizadas por governos e grandes empresas para proteger o poder de compra de seus funcionários quando transferidos para o exterior. Os dados sobre custos de aluguel residencial são usados para avaliar as ajudas de custo de moradia para expatriados. A escolha das cidades pesquisadas baseia-se na demanda de informações por empresas e organizações governamentais.

 

 

Sobre a Mercer

A Mercer é uma empresa líder global na prestação de serviços de consultoria, outsourcing e investimentos. A Mercer trabalha junto aos seus clientes para solucionar suas questões mais complexas de benefícios e capital humano, desenvolvendo métodos e ajudando a gerenciar benefícios nas áreas de saúde, previdência e outros. A empresa é líder na terceirização de benefícios. Os serviços de investimentos da Mercer abrangem desde consultoria em investimentos até a administração de múltiplos gestores. A Mercer conta com 20.000 funcionários em mais de 40 países. A empresa é subsidiária integral da Marsh & McLennan Companies, Inc., que lista suas ações (com o símbolo: MMC) nas bolsas de valores de Nova York e Chicago. Para obter mais informações, visite o site www.mercer.com

 

A Mercer também é o principal fornecedor de assessoria e dados de mercado para gestão de remuneração internacional e de expatriados e trabalha com empresas multinacionais e governos em todo o mundo. Dispõe de uma das mais abrangentes bases de dados sobre políticas internacionais de expatriação, práticas de remuneração e dados do mundo todo sobre custo de vida, moradia e auxílio de qualidade de vida. Seus fóruns anuais sobre mobilidade global fornecem às empresas as mais recentes tendências e pesquisas sobre questões de mobilidade.

 


Ranking Mundial 2012

(inclui custos de alugueis de acomodação)

Os índices se baseiam no banco de dados de custo de vida da Mercer e estão modificados para incluir custos de aluguel e refletir ponderações constantes nos  itens da cesta de produtos e serviços. Não recomendamos que expatriados usem os números aqui apresentados para comparar com seus pacotes de remuneração.

 


 

Rankings

Cidade

País

Março 2012

Março 2011

1

1

TÓQUIO

JAPÃO

2

1

LUANDA

ANGOLA

3

6

OSAKA

JAPÃO

 

4

4

MOSCOU

RÚSSIA

5

5

GENEBRA 

SUÍÇA

6

8

SINGAPURA

SINGAPURA

7

8

ZURIQUE 

SUÍÇA

8

11

N'DJAMENA

REPÚBLICA DO CHADE

9

8

HONG KONG

HONG KONG

12

10

SÂO PAULO

BRASIL

13

12

RIO DE JANEIRO

BRASIL

29

51

CARACAS

VENEZUELA

53

63

LOS ANGELES

EUA

68

77

BOGOTÁ

COLÔMBIA

74

75

SANTIAGO

CHILE

99

53

HAVANA

CUBA

118

127

MONTEVIDÉU

URUGUAI

121

159

BUENOS AIRES

ARGENTINA

120

139

LIMA

PERU

146

146

SAN JUAN

PORTO RICO

154

148

CIDADE DO MÉXICO

MÉXICO

138

165

SAN JOSÉ

COSTA RICA

172

168

GUATEMALA

GUATEMALA

184

183

MONTERREY

MÉXICO

189

204

ASSUNÇÃO

PARAGUAI

198

196

QUITO

EQUADOR

199

199

SAN SALVADOR

EL SALVADOR

205

208

TEGUCIGALPA

HONDURAS

210

212

LA PAZ

BOLÍVIA

212

213

MANAGUA

NICARÁGUA

 

* Em relação à cidade de Trípoli, não foi possível realizar uma pesquisa de custo de vida precisa em março de 2012. Para as finalidades que se destinam o presente relatório, os preços de Trípoli se baseiam na pesquisa de setembro de 2010 (o próximo mais recente), ajustados de acordo com as taxas cambiais entre o dinar da Líbia (LYD) e o dólar americano em vigor no mês de março de 2012.

 

 

Comparativos de custo de vida em dólares americanos (USD) – 2012

Cidades selecionadas mundialmente
(Nota: Compras em estabelecimentos com preço médio)

 

 

 

Luanda

Londres

São Paulo

Paris

Roma

Buenos Aires

Tóquio

Renta de un apartamento de lujo de dos dormitorios sin amueblar (renta mensual)

6.500,00

4.423,66

2.326,47

3.040,82

2.379,77

1.850,00

4.847,69

Cine, versión internacional, 2 asientos

12,60

18,96

11,63

13,22

9,92

8,75

22,97

1 par de jeans

176,99

126,39

133,19

130,89

144,11

126,16

147,34

1 par de pantalón de mezclilla

5,46

2,37

9,31

3,97

3,31

4,60

6,38

1 xícara de café, com serviço incluso

3,9

4,27

2,18

5,29

3,57

3,80

8,29

Hambúrguer em rede de fast food

19,94

6,30

9,31

7,80

7,80

5,04

8,29

Um litro de gasolina, comum com 95 octanas

0,63

2,15

1,74

2,21

2,33

1,44

1,94

Leite, leite integral pasteurizado, superior a 2,5% de gordura (1litro / 33,8 oz)

3,44

1,25

1,31

1,78

2,05

1,43

3,21

1 litro de refrigerante

2,15

1,86

1,51

1,28

1,49

1,49

1,79

 

* Em Luanda, esta categoria foi substituída por um sanduíche e um refrigerante na ausência de qualquer loja de fast food comparável,